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Ginástica Artística - Aparelhos e Exercícios - Paralelas Assimétricas
 
 
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Confira abaixo a descrição (inclusive com fotos!) para Paralelas Assimétricas:

3 – Paralelas Assimétricas

Aparelho de uso exclusivamente feminino, derivado das barras paralelas simétricas (masculina), idealizada também por Jahn, as assimétricas, assumem um papel importante na ginástica olímpica feminina, que fica limitada a quatro aparelhos somente. São as assimétricas, a trave, o solo e o salto sobre o cavalo. A disposição das duas barras, em alturas diferentes e paralelas, permite não só um grande número de variações de movimentos, como também a possibilidade de mudanças de empunhaduras, além da alternância de uso nas duas barras. A forma ovalada das barras dificulta as empunhaduras. A execução de alguns movimentos nos é facilitada através da propriedade de molejo das barras.

A ginástica nas paralelas assimétricas é de difícil execução, e exige muita coragem da praticante. A cintura escapular e o tronco são as partes mais solicitadas e, por isso, ambos deverão ter boa mobilidade. Freqüentemente, durante o apoio, aliviamos a cintura escapular, fazendo com que os quadris sustentem parte do peso do corpo.

É importantíssimo antes de começar a ginástica nas paralelas assimétricas, testar a segurança do aparelho. Deve-se observar também, que haja sempre colchões em quantidade suficiente.

Generalidades:

Este aparelho permite à ginasta tomá-lo só com as mãos e com os pés e sentar-se e apoiar-se com qualquer parte do corpo. Em caso de queda sobre, ou do aparelho, a ginasta tem trinta segundos para retornar ao mesmo.

No item combinação é avaliado. As séries de paralelas devem ser compostas por movimentos de impulso, de vôo e estáticos e podem, sem exageros, conter exercícios de força.

Alguns erros típicos cometidos:

- Tocar as barras e no caso de uma corrida preparatória mal sucedida, interrompê-la.

- Passar por baixo da barra.

- Uma queda durante a saída ou a execução da série ocasionará a perda de pontos.

- Efetuar balanços intermediários enquanto estiver apresentando as séries.

- As pausas durante os exercícios, diminuirão muito, o valor das séries.

Medidas do aparelho:

Altura:

- Varal superior – 2, 30 m

- Varal inferior – 1,50 m

Largura: 2,40 m

Distância entre os varais: regulável de 550 à 780 mm

A distância entre os varais será regulada de acordo com as necessidades das ginastas. Esta medida dependerá de suas alturas e mais exatamente do comprimento de seus troncos.

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Descrição dos movimentos:

A seguir, são apresentados os principais movimentos que podem se realizados nas paralelas assimétricas:

Subida de oitava para trás

Este é um exercício muito simples, que, partindo da posição de pé ou em suspensão, conduz a uma posição de apoio, através de um giro do corpo.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – A ginasta coloca-se próximo ao aparelho, mantendo o corpo ereto, com os pés afastado, como se estivesse dando um passo, atrás da barra, e segurando o aparelho com empunhadura dorsal.

2 – Mantendo os braços flexionados, impulsiona-se os quadris para a barra, da forma mais rápida possível.

3 – Flexiona-se os quadris e pressiona-se os pés para trás, acima da barra.

4 – As mãos devem girar na direção do movimento e toma-se uma posição de apoio, firme. Mantendo o corpo e os braços estendidos.

Oitava, de apoio frontal para dorsal, unindo as pernas

Trata-se de um exercício, onde passa-se do apoio frontal para o dorsal.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Em apoio frontal, com empunhadura dorsal, impulsiona-se o corpo para trás, deslocando, simultaneamente, os ombros ligeiramente para a frente.

2 – Faz-se uma grande flexão das pernas e dos quadris. Os joelhos estão muito próximos do peito. Curva-se as costas, mantendo-as, no entanto, voltadas para o alto.

3 – No momento em que os pés ultrapassarem a barra, leva-se, novamente, os ombros para trás, e, a seguir, estende-se as pernas.

4 – Em apoio dorsal, o corpo forma uma linha reta, e os ombros encontram-se atrás da barra. Mantém-se sentada, sem balançar, sobre a barra, a qual ainda a ginasta permanece segurando.

Giro de quadris para trás (oitava de apoio para apoio)

Este é um exercício que, da posição de apoio, conduz novamente à posição de apoio. O corpo executa um giro completo em torno do eixo transversal. Para todos os níveis de desempenho, este exercício, é muito importante, uma vez que ele se encontra, freqüentemente, entre os exercícios que compõem as séries livres das ginastas campeãs.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Em apoio frontal, com empunhadura dorsal, impulsiona-se os quadris em direção à barra, partindo da posição em que o corpo está num nível elevado.

2 – Assim que os quadris tocarem a barra, flexiona-se ligeiramente, mantendo a cabeça erguida.

3 – Partindo da posição descrita em L2, executa-se o giro. Impulsionando os pés na direção do movimento, eles se adiantam a este último.

4 – Para travar o giro, estende-se os quadris. As mãos, girando, acompanham a direção do movimento, e, desta forma, chega-se facilmente ao apoio, mantendo o corpo e os braços estendidos.

Giro cavalgado à frente

As posições inicial e final são iguais. Este é um exercício apropriado não só para as classes com o nível de desempenho baixo, como também para as iniciantes.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Em posição de apoio, com as pernas afastadas, uma á frente da outra, as mãos seguram o aparelho, com empunhadura palmar. Inicia-se levando a perna que está diante da barra longe à frente, em um movimento semelhante ao de um passo longo. A coxa da perna que está atrás da barra toca na parte dianteira, na barra.

2 – Desloca-se os ombros para a frente e dá-se início ao giro, deixando os braços estendidos.

3 – No balanceamento, até atingir a vertical, sob a barra, procura-se manter uma grande distância do corpo, ao girar, em relação à barra. A perna que está atrás permanece sobre a barra.

4 – Na subida para o apoio, mantém-se o corpo bem estendido, as pernas bem afastadas e trava-se o impulso (ergue-se a cabeça, estende-se os braços e mantém-se, firme, a empunhadura).

Sublance (partindo do movimento de oitava)

Trata-se de um exercício complexo, que se inclui entre os movimentos de oitava. Ele apresenta, também, inúmeras variações, freqüentemente usadas como formas de ligação entre exercícios das séries.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Parte-se da posição de pé, de frente para o aparelho, segurando-o em empunhadura dorsal (comprimento de um passo, atrás da barra). Os braços estão estendidos, e afasta-se uma perna para trás.

2 – Impulsiona-se vigorosamente as pernas, uma após a outra, para cima e para a frente. Flexiona-se levemente os quadris, aproximando-os da barra.

3 – Assim que os ombros passam pela vertical, sob a barra, estende-se as articulações dos ombros e dos quadris.

4 – Pressionando a barra, executa-se o vôo inicialmente para a frente e para cima, e, em seguida, para baixo, mantendo-se o corpo estendido e a cabeça em posição normal. Toca-se o solo de forma ereta, com os braços estendidos acima da cabeça.

Kippe ao apoio cavalgado

Este exercício se constitui em um das condições para a execução de vários dos movimentos mais complexos de kippe, e é executado a partir de diversas posições iniciais.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Inicia-se na posição de pé, de frente para o aparelho, segurando-o com empunhadura dorsal. Em seguida, impulsiona-se as pernas para a frente, mantendo, inicialmente, os pés unidos, próximos à barra.

2 – A seguir, balança-se uma perna para baixo da barra, deixando a outra perna à frente e bem próxima dela. Neste ponto, a ginasta encontra-se num kippe em suspensão, com as pernas afastadas.

3 – Impulsiona-se para trás, estendendo os quadris. Em seguida, aproxima-se a bacia, após passar pela vertical – sob a barra – do ponto de giro, e, mantendo os braços estendidos, faz-se pressão de encontro à barra.

4 – Interrompe-se a extensão dos quadris, antes mesmo da extensão do corpo. Eleva-se o tronco e desloca-se as mãos. Chegando ao apoio, afasta-se as pernas e alcança-se um apoio seguro.

Kippe dorsal, a partir da suspensão

Este é um exercício importante, em todos os níveis de desempenho, e se inclui entre os movimentos de kippe. O fato de se iniciar o exercício a partir de uma posição parada, permite a sua execução, desde as classes de nível mais baixo.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Da posição de suspensão com empunhadura dorsal, impulsiona-se vigorosamente as pernas para o alto, em direção à barra superior, mantendo os braços estendidos.

2 – Mantém-se os quadris baixo e aproxima-se a parte anterior dos pés da barra. Os ombros estão relaxados, a fim de poderem sustentar um grande ângulo entre o tronco e os braços.

3 – No balanço para trás, estende-se os quadris, levando ao mesmo tempo os pés obliquamente para cima e para a frente. Mantendo os braços estendidos, pressiona-se a barra de encontro aos quadris.

4 – Para chegar corretamente à posição de apoio, desloca-se as mãos, virando-as para a direção do movimento, e, uma vez nesta posição, contrai-se o corpo e tenta-se balançar as pernas para trás.

Kippe dorsal à frente

Pode-se iniciar este exercício a partir das posições de apoio, de pé, ou em suspensão, e ele pode ser executado, tanto na barra inferior quanto na superior.

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Lembretes para a técnica correta:

1 – Partindo da posição de pé, de frente para o aparelho, com empunhadura dorsal, começa-se a balancear as pernas para a frente. Após passar pela vertical, eleva-se os pés, conduzindo-os para baixo da barra, na posição de kippe dorsal em suspensão.

2 – Ao iniciar o impulso para trás, na posição de kippe dorsal em suspensão, flexiona-se, ainda mais, os quadris, até alcançar a vertical, sob a barra.

3 – Assim que os ombros atingirem a vertical, inicia-se a extensão dos quadris. Faz-se pressão contra a barra, visando diminuir o ângulo entre os braços e o tronco. Os pés permanecem atrás da barra.

4 – Interrompe-se a extensão dos quadris, quando os pés se aproximarem da vertical, acima da barra. Após travar os pés, consegue-se, facilmente, elevar a parte superior do corpo, para a posição de apoio dorsal. Ao final, a ginasta encontra-se sentada sobre a barra, com o corpo praticamente estendido, e os ombros levemente inclinados para trás.

 
 
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